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quarta, 27 de outubro de 2021

quinta, 26 de agosto de 2010

Proj. Corredor de Biodiversidade Miranda

Projeto Corredor de Biodiversidade Miranda – Serra da Bodoquena

O Corredor de Biodiversidade Miranda – Serra da Bodoquena é formado pelos municípios de Miranda, Bodoquena, Bonito, Nioaque, Jardim, Corumbá e Porto Murtinho (figura 1). Os trabalhos neste Corredor começaram em 2004, através de uma parceria entre a Fundação Neotrópica do Brasil e a Conservação Internacional.

Figura 1 - Área do Corredor de Biodiversidade Miranda – Serra da Bodoquena (contorno verde), englobando totalmente a área dos municípios de Porto Murtinho, Bodoquena, Bonito e Miranda, e parcialmente os municípios de Corumbá, Nioaque e Jardim. Acima, detalhe da sua localização no Estado do Mato Grosso do Sul.

A primeira fase do Projeto Corredor teve como principais objetivos contribuir para a identificação da riqueza biológica da flora e fauna; o levantamento do cenário de uso e ocupação do solo do Corredor; a identificação dos principais atores na área ambiental; a elaboração de um banco de dados geo-referenciado; o incentivo ao incremento de áreas protegidas e divulgação do ICMS ecológico; e ainda a elaboração de um Plano de Conservação.

A segunda fase do Projeto teve início no mês de julho, com duração de um ano e suas atividades serão divididas em quatro linhas de ação: I) Ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade e sócio-economia; II) Fomentar ações locais para a gestão ambiental nos municípios do corredor; III) Incentivar ações de conservação em áreas naturais públicas e privadas; e IV) Divulgar a estratégia dos Corredores de Biodiversidade e sensibilizar a sociedade para a efetiva participação nas ações do Projeto na região.

A estratégia de conservação baseada no conceito de Corredores de Biodiversidade consiste numa abordagem de escala regional, que visa formar uma rede de áreas protegidas intercaladas com outras áreas, como agricultura, pastagens e até mesmo cidades. Dessa maneira, o planejamento de Corredores de Biodiversidade demanda, além da implantação efetiva das Unidades de Conservação, a identificação de atividades humanas compatíveis com as ações de conservação, para a formação de um mosaico de usos da terra mutuamente benéficos para a biodiversidade e a economia local.

Maiores informações: Fundação Neotrópica do Brasil, ou pelo e-mail: neotropica@fundacaoneotropica.org.br.

COLUNISTA

Angela Pellin

angela@portalbonito.com.br

Angela Pellin, Bióloga e Especialista em Biologia da Conservação. Já trabalhou na Secretaria de Estado de Meio Ambiente em Bonito e na Fundação Neotrópica do Brasil, com sede em Bonito. Atualmente é doutoranda do Programa de Ciências da Engenharia Ambiental da USP, onde desenvolve um projeto com as Reservas Particulares do Patrimônio Natural do Estado do Mato Grosso do Sul.

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